Monday, September 17, 2018

Confira o depoimento de uma de nossas pacientes beneficiada com a Estimulação Magnética Transcraniana




Confira o depoimento de uma de nossas pacientes beneficiada com a Estimulação Magnética Transcraniana – EMTr. A reportagem foi exibida no programa “Empresários de Sucesso” da Record News.
#estimulacaomagnetica #depressao #tratamento #sindromedopanico #panico #ipan #psiquiatria

Wednesday, September 5, 2018

Setembro Amarelo: campanha de combate ao suicídio


setembro-amarelo

Vamos falar de suicídio?

Você sabia que, todos os dias, 32 brasileiros tiram a própria vida e que mais de 20 mil pessoas cometem suicídio ao redor do planeta?


Busque Tratamento!

Por ano são quase 1 milhão de pessoas que se matam, uma a cada 40 segundos – são mais vítimas que todas as guerras, homicídios e conflitos civis somados. E, para cada morte por suicídio, existem outras 10 ou 20 pessoas que já tentaram e não obtiveram êxito.

Os números são alarmantes, mas o Brasil é um país com índices baixos (6 casos por 100 mil habitantes, contra 12 da média mundial). No entanto, enquanto os índices têm caído na maioria dos países, as taxas brasileiras avançam. Entre 2002 e 2012, o número de casos subiu 34%.

Entre adolescentes de 10 a 14 anos, o aumento chegou a 40% de acordo com levantamento do Mapa da Violência. Em geral, as motivações que levam adolescentes a terem comportamentos suicidas são complexas, podemos citar o suicídio de figuras proeminentes ou de pessoas conhecidas pessoalmente, e até mesmo o fenômeno dos suicidas em grupo ou de comunidades semelhantes que encaram o comportamento suicida como um estilo de vida.

Outro grupo que tem taxas elevadas de suicídio são os idosos. As motivações também são diversas, ou pela perda de parentes, sobretudo do cônjuge, por solidão, enfermidades degenerativas ou dolorosas, e até pela sensação de dar muito trabalho à família.

Falando ainda sobre dados estatísticos, é curioso notar que o suicídio é cerca de três vezes maior entre os homens do que entre as mulheres. No entanto, as tentativas de suicídio são, em média, três vezes mais frequentes entre as mulheres.

Veja abaixo os principais fatores de risco associados ao comportamento suicida.

Doenças mentais
. Depressão
. Transtorno bipolar
. Transtornos mentais relacionados ao uso de álcool e de outras substâncias
. Transtornos de personalidade
. Esquizofrenia
. Aumento do risco com associação de doenças mentais: paciente bipolar que também seja dependente de álcool terá risco maior do que se ele não tiver essa dependência

Aspectos sociais
. Gênero masculino
. Idade entre 15 e 30 anos e acima de 65 anos
. Sem filhos
. Moradores de áreas urbanas
. Desempregados ou aposentados
. Isolamento social
. Solteiros, separados ou viúvos
. Populações especiais: indígenas, adolescentes e moradores de rua

Aspectos psicológicos
. Perdas recentes
. Pouca resiliência
. Personalidade impulsiva, agressiva ou de humor instável
. Ter sofrido abuso físico ou sexual na infância
. Desesperança, desespero e desamparo

Condição de saúde limitante
. Doenças orgânicas incapacitantes
. Dor crônica
. Doenças neurológicas (epilepsia, Parkinson, Hungtinton)
. Trauma medular
. Tumores malignos
. AIDS

Suicidabilidade
Ter tentado suicídio, ter familiares que tentaram ou se suicidaram, ter ideias e/ou planos de suicídio.

Agora veja os principais fatores protetores do suicídio.

. Boa autoestima
. Bom suporte familiar
. Laços sociais bem estabelecidos com a família e amigos
. Religiosidade, independente de afiliação religiosa
. Razão para viver
. Ausência de transtorno mental
. Estar empregado
. Capacidade de adaptação e resolução positiva de problemas
. Acesso a serviços e cuidados de saúde mental
É provável que você não conheça esses dados, e sabe por que não os conhece? Porque o suicídio costuma vir acompanhado de um fator que contribui para o seu alastramento: o silêncio.

Falar é a melhor solução!

É por isso que o Setembro Amarelo foi criado. O movimento acontece todos os anos no mês de setembro em todo o mundo e tem como ponto de atenção o dia 10 – Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. Iniciado no Brasil em 2014 pelo CVV – Centro de Valorização da Vida, CFM – Conselho Federal de Medicina e ABP – Associação Brasileira de Psiquiatria, tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre essa questão de saúde pública, divulgando, esclarecendo e estimulando a prevenção, pois, segundo a Organização Mundial da Saúde, 9 em cada 10 casos poderiam ser prevenidos, com a ajuda e atenção de quem está por perto. Durante todo o mês, inúmeros monumentos ganham iluminação amarela para chamar a atenção da população em várias cidades do país. São feitas também ações de rua, como caminhadas, passeios de bicicleta e motocicleta, abordagens em locais públicos, além de palestras, workshops e muitas outras ações, tudo para que possamos quebrar tabus e vencer o preconceito.

Hoje, quem sofre, sofre calado. O medo de falar sobre pensamentos suicidas e ser julgado faz com que as pessoas se calem. No entanto, o que essas pessoas sentem é mais comum do que se divulga, e é importante que sabiam que muitas outras pessoas também sofrem. Amigos, familiares e pessoas próximas, em geral, têm a sensação de que não podem ajudar, pensam que, por não saberem identificar os sinais ou por não terem familiaridade com a abordagem mais adequada, nunca vão conseguir oferecer ajuda. Mas isso não é verdade.

Entender que a doença mental é uma condição séria e fora do controle de quem sofre, é o primeiro passo para vencer preconceitos e poder oferecer ajuda a quem precisa. Sua conscientização e adesão nos ajudará a conscientizar mais e mais pessoas. Se tiver uma camiseta ou qualquer outro item de vestuário amarelo, tire do armário e use em setembro. Informe-se sobre as ações do Setembro Amarelo, alerte seus amigos e familiares e participe! Quanto mais falamos e nos engajamos, mais contribuímos para a prevenção e diminuição do número de vítimas fatais do suicídio.
Informações sobre fatores de risco extraídas da Cartilha “Suicídio – informando para prevenir”, página 23. Acesse o conteúdo completo clicando aqui.

Monday, August 27, 2018

Depressão: qual médico ou especialista devo procurar?


Depressão: qual médico ou especialista devo procurar?

Saiba onde buscar ajuda e com quem se consultar para diagnosticar essa doença e ter o melhor tratamento possível – é o psiquiatra, o psicólogo ou nenhum?

A depressão é tratada principalmente por médicos e psicólogos. No entanto, o ideal é procurar um psiquiatra (médico com foco em transtornos mentais) para que ele diagnostique o problema e sua severidade e, então, recomende os tratamentos mais adequados para cada caso.
 
 
Saiba mais sobre o tratamento da Depressão!

Como saber se eu tenho depressão

Há sintomas suspeitos, como cansaço extremo, fraqueza, irritabilidade, angústia, tristeza, falta de interesse por atividades que antes davam prazer, pensamentos negativos ou que envolvem a morte e até disfunção sexual. E ainda existem testes e questionários.
TESTE sua depressão!
Mas só uma avaliação apurada do médico de fato vai diagnosticar a depressão e diferenciá-la de outros problemas. Nesse sentido, o psiquiatra é o melhor especialista, porque está habituado a lidar com esse distúrbio no seu dia a dia.
No entanto, é possível que, durante sessões de psicoterapia, o psicólogo perceba a presença da depressão.
Quando procurar a ajuda do médico? Em especial nos momentos que sentir que os sintomas acima – e tantos outros – estão afetando sua vida, parecem não ir embora ou surgem sem motivo aparente. Depressão não é frescura.

E quem faz o tratamento

Em geral, os especialistas mais importantes são o psiquiatra e o psicólogo. Enquanto o primeiro ajuda, entre outras coisas, com antidepressivos e outros remédios, o segundo trabalha, via de regra, com sessões de psicoterapia. Esses encontros podem ajudar a descobrir as causas psíquicas por trás da doença e auxiliar a desmontá-las.
No mais, questões secundárias podem ser lidadas com outros experts. Um nutricionista, por exemplo, contra-ataca eventuais compulsões alimentares ou, por outro lado, enfrenta a falta de vontade de comer.
Um médico do sono, por sua vez, contribuiria para melhorar a qualidade das horas dormidas. E um profissional de educação física pode ajustar o ritmo e a frequência de exercícios físicos, que contribuem para dar ânimo e bem-estar.
Revista SAÚDE, da Editoria Abril

Friday, August 24, 2018

Você conhece a depressão bipolar?



242018ago
Você conhece a depressão bipolar?

Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria, 15% dos pacientes que sofrem com a doença cometem suicídio. Saiba mais sobre o distúrbio e seu tratamento

Classificada como a principal causa de incapacidade no globo pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão atinge mais de 300 milhões de pessoas no planeta. Apesar da versão unipolar ser mais comum, ela também pode se manifestar junto ao transtorno bipolar: é a chamada depressão bipolar. Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), aproximadamente 4 milhões de brasileiros sofrem com o distúrbio.

Saiba mais sobre o tratamento da Depressão!

Ainda de acordo com dados dessa entidade, 15% dos pacientes acabam tirando a própria vida. Está claro, portanto, que estamos diante de um tema que merece maior repercussão.
Mas há diferenças nos sintomas entre a depressão unipolar e a bipolar? Esse quadro é especialmente grave? E como tratá-lo? SAÚDE enviou para Antônio Geraldo da Silva, diretor tesoureiro e superintendente técnico da ABP e presidente eleito da Associação Psiquiátrica da América Latina (APAL), algumas questões sobre esse transtorno. Suas respostas estão abaixo:

Qual a diferença entre a bipolaridade, a depressão e a depressão bipolar?

A depressão bipolar são os episódios depressivos apresentados por pacientes com transtorno bipolar do humor. Dessa forma, precisamos explicar rapidamente em que constitui o transtorno bipolar: ele alterna episódio de mania (euforia), associados ou não a tais episódios depressivos.
A mania se caracteriza por um período de humor exaltado, aceleração do pensamento, agitações, excesso de energia, euforia, irritabilidade, mudanças bruscas de humor e alterações no sono. O episódio depressivo pode ser único ou recorrente, de intensidade leve, moderada ou grave. Sua duração é também variada, podendo ir de semanas a anos.
Em suma, os sintomas da depressão, seja ela unipolar ou bipolar, consistem nas mesmas manifestações: tristeza prolongada constante, sensação de vazio, irritabilidade, alterações no sono e no apetite (para mais ou para menos). Alguns desses fenômenos, no entanto, são mais comuns à depressão bipolar, como o excesso de sono, ganho de peso, delírios e instabilidade de humor acentuada.
Sobre as causas, temos várias etiologias para o transtorno bipolar, mas a principal delas é a correlação entre fenótipo e genótipo. Isso significa que existem tanto tendências hereditárias quanto fatores desencadeadores ambientais que podem acontecer ao longo da vida.
O diagnóstico diferencial pode ser complexo e deve ser feito por um psiquiatra, que analisará a situação de cada indivíduo, levando em consideração o histórico familiar, sintomas relatados pelo paciente, estilo de vida, entre outros aspectos.

Como é feito o tratamento?

O tratamento do transtorno bipolar e, consequentemente, da depressão bipolar é feito à base de psicofarmacoterapia. Ou seja: com o uso de medicamentos e psicoterapia. O maior aliado é o estabilizador de humor, por causa do risco de ciclagem para mania, embora alguns estudos apontem a possibilidade do uso de antidepressivos e antipsicóticos.
No caso da depressão bipolar, é necessário lembrar que a presença de episódios de mania deve ser levada em consideração, visando uma estratégia terapêutica que se adeque a ambos os panoramas, maníaco ou depressivo.
Para situações onde os medicamentos apresentam pouco impacto na remissão dos sintomas, a eletroconvulsoterapia (ECT) é um dos tratamentos mais eficazes para os quadros extremos de mania e depressão. Segura e realizada em ambiente hospitalar com o acompanhamento de equipe multiprofissional, com psiquiatria, anestesiologista e enfermeiro, a ECT consiste na aplicação correntes de energia de baixíssima amperagem, podendo salvar a vida de pacientes.
Saiba mais sobre ECT!
Este é o último recurso para casos não responsivos ao tratamento ou em que a pessoa esteja tentando suicídio de forma recorrente (várias vezes no mesmo dia ou semana) para cessar o quadro e não há nenhum tipo de maus tratos ao paciente.

Existem estudos ou pesquisas com dados estatísticos sobre a doença?

O transtorno bipolar inicia, em sua maioria, dos 15 aos 19 anos, apresentando um episódio depressivo como quadro inicial. Acredita-se que cerca de 2,5% da população sofre com o transtorno bipolar, com números semelhantes nos cenários nacional e mundial.

O que fazer quando os sintomas surgem ou em alguma crise?

Em ambos os casos, é necessário buscar auxílio médico. Quando os sintomas aparecem, o primeiro passo é procurar um psiquiatra para marcar a consulta.
Caso os primeiros sinais sejam percebidos pelos familiares ou amigos, é importante auxiliar o paciente, levando-o a compreender a importância de ir ao médico e iniciar o tratamento.
Quando o paciente já é acompanhado e inicia um episódio maníaco ou depressivo, a ida ao médico é essencial para que o tratamento medicamentoso seja adequado ao momento. E para que se verifique qual o gatilho da mudança de humor, entre outros aspectos clínicos.

Como familiares e amigos podem ajudar?

O apoio dos familiares e amigos é fundamental para o paciente com transtorno bipolar. Observar o sintomas iniciais e incentivar a busca ao médico, verificar os horários de administração do medicamento e consultas são algumas das ações que os familiares podem realizar.
Entretanto, o maior auxílio que eles oferecem ao paciente é compreender a sua situação patológica. E, para isso, é necessário enfrentar o preconceito contra doenças e doentes mentais. O preconceito, que neste caso chamamos de psicofobia, é a principal causa de afastamento do paciente do consultório médico e do uso correto de medicamentos prescritos.

Existem ações do governo para diminuir esses números ou trazer conscientização?

Nos últimos 30 anos, não tivemos nenhuma ação de prevenção de doenças ou promoção da saúde mental por parte da coordenação nacional de saúde mental. Existe agora uma proposta para que isso possa ser trabalhado, mas ainda não há ações efetivas para o setor.
Esperamos que, com a nova Coordenação Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, no Ministério da Saúde, tendo à frente o Dr. Quirino Cordeiro, isso venha a acontecer. Essas ações de promoção da saúde mental e prevenção de doenças são extremamente importantes.

Revista SAÚDE, da Editoria Abril

Thursday, August 16, 2018

Tratamentos para depressão

O IPAN foi tema de reportagem no programa “Empresários de Sucesso” da Record News. A matéria explicou sobre os tratamentos para depressão e outros transtornos, desde medicamentos até a moderna Estimulação Magnética Transcraniana, trazendo também o depoimento de uma de nossas pacientes beneficiada com a técnica.
Confira!
#ipan #psiquiatria #depressao #estimulacaomagnetica #tratamentos

Friday, August 3, 2018

Curso de Estimulação Magnética Transcraniana


24 e 25 de agosto de 2018
Local: São Paulo – SP
O curso é voltado para médicos e tem como objetivo fazer uma apresentação teórica de todos conceitos básicos para uso da técnica da Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva na clínica médica e o preparo técnico no seu uso com segurança e eficácia.
http://www.ipan.med.br/curso-de-estimulacao-magnetica/

Thursday, July 19, 2018

Curso de Eletroconvulsoterapia

5b7797_e95f20a063344c04a286852d9942844e~mv2

8˚ Curso de Eletroconvulsoterapia – Uma Versão Contemporânea

Data: 10/08/18
Local: São Paulo – SP

Objetivo e público alvo:

Público: Médicos (A inscrição só é efetivada com apresentação do CRM).
Objetivo: Com uma abordagem teórico-prática, os alunos obterão conhecimento e capacitação para realizar o tratamento com segurança e da maneira mais eficaz e moderna. A abordagem inclui desde conceitos básicos dirigidos ao iniciante, como também  mais avançados para atualização profissional.

Programação:

Ministrado por: Prof Dr. Moacyr A. Rosa
  • História da ECT
  • Bases físicas e Mecanismo de ação da ECT
  • Anestesia em ECT
  • Técnica de aplicação e dosagem do estímulo
  • Avaliação clínica, riscos e complicações
  • Efeitos adversos
  • ECT em populações especiais

Ministrado por: Dr. Diogo Santos:
  • Obrigatoriedade dos planos de saúde no custeio de tratamentos de Eletroconvulsoterapia
  • Como o médico deve proceder para auxiliar seus pacientes com a cobertura?

 

Locais onde serão realizadas as aulas prática e teórica:

Aula prática:

Das 06h30 às 10h30 – Clínica LipoMed Unity
Av. Indianópolis, 595 – Moema – São Paulo – SP

Aula teórica:

Das 11h30 às 16h – Casa da Psiquiatria
Rua Pelotas, 233 – Vila Mariana – São Paulo – SP


Organização Casa da Psiquiatria:
Para mais Informações ligue para Tricia:
(11) 2592-2029 icon_whatsapp(11) 99602-7169 (11) 96849-7169 ou pelo site Casa da Psiquiatria!

O IPAN também oferece estágio com vivência da prática diária! Mais informações (11) 50830342

Wednesday, June 20, 2018

Vício em jogos pode indicar transtorno de saúde mental, alerta OMS!



Segundo especialistas, a grande maioria dos jogadores compulsivos apresenta problemas subjacentes, como depressão, autismo e transtorno bipolar

Na segunda-feira, o Organização Mundial da Saúde (OMS) informou, através da última revisão do manual de classificação de doenças, que a compulsão por jogos virtuais já pode ser qualificada como uma condição de saúde mental. Segundo a entidade, a nova classificação pode ajudar os governos, familiares e profissionais de saúde a se manterem vigilantes e mais preparados para identificar os sinais do problema.

Saiba mais sobre tratamentos psiquiátricos!

A agência aceitou a proposta de classificar o vício em jogo como transtorno de saúde mental com base em evidências científicas, assim como na crescente necessidade e demanda por tratamentos em muitos países. Na Inglaterra, por exemplo, já existe uma clínica de reabilitação para tratar crianças e jovens com vício em internet e videogames, mas ainda é uma das primeiras do gênero no mundo.

Preocupação familiar

Apoiados por especialistas, a OMS apontou que os casos ainda são raros: cerca de 3% de todos os jogadores “considerados afetados pelo vício” são portadores do transtorno. Apesar disso, existe uma preocupação com o risco de estigmatização de alguns jogadores que, apesar de jogarem com frequência, não são clinicamente ‘viciados’.
Além disso, Joan Harvey, porta-voz da Sociedade Britânica de Psicologia, no Reino Unido, alerta que a a nova designação pode inquietar os pais desnecessariamente. “As pessoas precisam entender que isso não significa que toda criança que passa horas em seu quarto jogando é um viciado, caso contrário, os médicos serão inundados com pedidos de ajuda”, disse a revista Time.
Ainda assim, a atitude da OMS recebeu muito apoio uma vez que as pessoas mais afetadas são crianças, adolescentes e jovens que não costumam buscar ajuda por conta própria. Segundo Henrietta Bowden-Jones, porta-voz do departamento de vícios comportamentais do Royal College of Psychiatrists, no Reino Unido, os vícios em jogos costumam ser melhor tratados com terapias psicológicas, mas alguns casos podem necessitar de remédios para um tratamento mais eficiente.

Necessidade de mais estudos

Apesar da decisão da OMS, outras entidades, como a Associação Americana de Psiquiatria, nos Estados Unidos, ainda não consideraram o distúrbio do jogo como um novo problema de saúde mental; entre os motivos está a necessidade de mais pesquisas e testes clínicos que justifiquem a classificação. Além disso, a entidade americana observou que grande parte da literatura científica sobre jogadores compulsivos é baseada em evidências de homens jovens da Ásia.
Ainda assim, a associação não contradiz os resultados das pesquisas publicadas até agora. “Os estudos sugerem que, quando esses indivíduos estão envolvidos em jogos na Internet, certos caminhos em seus cérebros são acionados da mesma maneira direta e intensa que o cérebro de um viciado em drogas é afetado por uma determinada substância. O jogo estimula uma resposta neurológica que influencia sentimentos de prazer e recompensa, e o resultado, ao extremo, se manifesta como comportamento aditivo”, disse em nota publicada em 2013.

O problema ainda é raro

De acordo com Mark Griffiths, que pesquisa o conceito de transtorno de jogo há 30 anos, a nova classificação pode ajudar a legitimar o problema e fortalecer as estratégias de tratamento. Ele afirma que o número de jogadores viciados é muito menor que 1% e a maioria deles provavelmente vão apresentar outros problemas subjacentes, como depressão, transtorno bipolar ou autismo.
Griffiths disse ainda que para a maioria das pessoas, os jogos estão relacionados a entretenimento e novidades, como foi o caso do jogo ‘Pokemon Go’, que durante o lançamento foi uma febre entre a população mundial, mas hoje já não é tão jogado.
Apesar das baixas estimativas do pesquisador, a OMS estima que 2% a 3% dos jogadores podem apresentar o distúrbio, alertando para os principais sinais da existência do vício. “Se os videogames estão interferindo nas funções esperadas da pessoa – sejam estudos, socialização ou trabalho -, então você precisa ser cauteloso e talvez buscar ajuda”, disse Shekhar Saxena, diretor do departamento de saúde mental e abuso de substâncias da OMS.

Artigo publicado na Revista Veja!

Thursday, May 3, 2018

Blog do iPAN!

Para quem ainda não acompanha, o blog do IPAN está repleto de notícias interessantes. Estamos sempre atualizando com novidades nos tratamentos psiquiátricos, matérias relevantes que saem na mídia e dicas de saúde tanto de autoria dos próprios profissionais do IPAN quanto de outras mídias.

Confira!

Wednesday, April 25, 2018

IPAN na mídia!

O IPAN valoriza a disseminação de informações e conhecimento dos transtornos psiquiátricos por meio da imprensa. Por isso, nossos profissionais participam de matérias e entrevistas que envolvam os transtornos psiquiátricos e os avanços em seus tratamentos.
Confira as participações do IPAN:
https://bit.ly/2ooXbZK

Monday, March 12, 2018

Revolução contra a depressão


Usada originalmente como anestésico, a ketamina trata os sintomas mais graves em duas horas. É considerada o maior avanço contra a doença desde o Prozac

Crédito: ljubaphoto
Cilene Pereira

Saiba mais sobre o tratamento com Ketamina do IPAN!

Um anestésico usado desde a década de 1960 é a grande aposta da medicina no tratamento da depressão. Na maior parte dos estudos realizados até agora, a ketamina tirou os pacientes de crises graves com rapidez impressionante. A última das pesquisas, feita sob o comando do Instituto Nacional de Saúde (NIH), dos Estados UNidos, revelou que em apenas duas horas a droga reduz sinais graves, como ideias suicidas, e atinge o pico em 24 horas. As medicações tradicionais demoram em média quinze dias para sutir efeito. Por isso, a Ketamina é considerada a maior revolução contra a enfermidade desde o Prozac, lançado em 1986.
Por enquanto, o remédio, que existe nas versões oral, intravenosa, nasal e subcutânea, não foi liberado para uso como antidepressivo por agências regulatórias, incluindo a brasileira. Essa indicação é considerada off-label (fora da indicação original). No entanto, uma de suas derivações, a esketamina, já recebeu, nos EUA, o status de “breakthrough therapy” para uso em indivíduos com risco iminente de suicídio. A classificação significa que, nesses casos, a droga pode ser oficialmente indicada.”Queremos regulamentar seu uso”, escreveu Carlos Zarate, coordenador do levantamento do NIH. “Ela é uma mudança de paradigma.” Nesse momento, a droga é estudada em centros do mundo todo, como no Warneford Hospital, na Inglaterra, onde mais de 40% dos participantes melhoraram de forma significativa. No Brasil, uma das instituições a pesquisá-la é a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os resultados observados são bem animadores. “É uma grande mudança”, afirma o psiquiatra José Alberto del Porto, professor da Unifesp. “Não tínhamos nada parecido.”
Alguns médicos, tanto aqui quanto em outros países, também estão receitando o remédio mesmo fora dos estudos clínicos. Desde que haja supervisão médica rigorosa, não há problemas nisso. Há, porém, questões a serem esclarecidas. Entre elas, os efeitos da utilização da ketamina a longo prazo e o risco de dependência que isso pode trazer.

Fonte: Revista ISTOÉ

Equipe IPAN!

O compromisso da equipe IPAN é oferecer o melhor tratamento aos seus pacientes, para que eles e seus familiares vençam as dificuldades impostas pelas doenças.
Para isso, contamos com uma equipe de médicos psiquiatras altamente qualificados e premiados com extensa experiência no Brasil (USP, UNIFESP e Santa Casa de São Paulo) e no exterior (Universidades de Harvard, Columbia e Duke).
http://bit.ly/2nVrJnz

Wednesday, February 21, 2018

Transtornos psiquiátricos

O IPAN, além de especialista no tratamento de diversos transtornos psiquiátricos,
se preocupa muito com a conscientização da população sobre os mesmos.
Com isso, estamos sempre preparando conteúdo atualizado sobre diversos transtornos abordando sintomas, diagnóstico e tratamentos.

Saiba mais aqui!

Friday, February 16, 2018

Estresse

Sintomas | Tipos de Estresse | Dicas

Modernidade: como fazer para não ir do estresse ao esgotamento total.

É quase impossível dissociar a vida que levamos hoje de um certo grau de estresse, maior ou menor, motivado por causas distintas: engarrafamentos, violência urbana, excesso de compromissos, fadiga por correr contra o relógio. Por outro lado, mudar de casa, de emprego, de escola, casar-se, ter um filho ou mesmo terminar um relacionamento podem ser deflagradores de estresse, causando medo, desconforto, preocupação, irritação, frustração, indignação e nervosismo.

Sintomas

Dentre os sintomas associados ao estresse, alguns são muito característicos, como ritmo cardíaco acelerado ou batimentos fora de controle, respiração ofegante, sudorese, tremores, tontura, assim como intestino solto, necessidade frequente de urinar, boca seca e problemas para engolir alimentos.
Em certo grau, nosso corpo está preparado para lidar com situações de estresse e até mesmo alguns sintomas acabam sendo positivos, como, por exemplo, quando o coração bate mais para chegar mais sangue aos músculos e aumentar nossa força para a fuga. O problema é quando o estresse se torna excessivo e contínuo. Daí, pode causar aumento excessivo da pressão arterial e até problemas cardíacos.
Os sintomas físicos e emocionais também são muito característicos e compreendem: Exaustão emocional – fadiga intensa, falta de forças para enfrentar o dia de trabalho e sensação de ser exigido além dos limites emocionais; Distanciamento emocional e indiferença e Diminuição da realização pessoal – falta de perspectiva para o futuro, frustração, sentimento de incompetência e fracasso.

Tipos de Estresse

Há um tipo de estresse, muito comum nos dias de hoje, causado por estresse crônico ocupacional, com sintomas físicos e emocionais que envolvem, principalmente, atividades ligadas ao trabalho. Trata-se da síndrome de Burnout ou síndrome do esgotamento profissional. Suas principais características são estado de tensão emocional e estresse crônicos, que se manifestam especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.
A síndrome está associada ao estresse, mas também a fatores divididos em duas categorias: Organizacionais – jornada de trabalho (a noturna costuma dar mais consequências); ambientes estressantes ou insalubres; pouca autonomia; desorganização, e Pessoais – ansiedade; idealismo, empolgação (quanto mais envolvido no trabalho, mais dedicação e, consequentemente, maior a decepção também).
Em geral, é difícil para quem sofre admitir que necessita de ajuda, principalmente por julgar que essa atitude levaria a um certo fracasso diante dos desafios profissionais. No entanto, não dá para ignorar os sinais citados acima, além dos sinais do corpo, como dores de cabeça, gastrite, tontura, falta de ar, insônia, palpitações, irritabilidade, dificuldade de concentração e desânimo. Forçar a capacidade do corpo e mente pode resultar em consequências gravíssimas.
É igual atividade física, se não damos descanso para os músculos podemos ter problemas. Com o trabalho é a mesma coisa. É preciso dar descanso para a mente, até para aumentar a nossa capacidade de trabalho.

Dicas

Se você está sob estresse excessivo e contínuo no trabalho, fique atento a essas dicas:
_Procure identificar o que mais incomoda e tente tratar a origem do problema, identificando os agentes estressores, mapeando as situações e fazendo pequenos ajustes em seu dia a dia, mas que farão grande diferença.
_Converse com seu chefe e com seus colegas.
_Aponte os problemas antes que fiquem insuportáveis.
_Procure tratamento médico e psicológico. Se quiser agendar uma consulta aqui no IPAN, podemos auxiliar no processo e apontar caminhos para vencer o problema.
_E, principalmente, se possível, dê um tempo para você. Saia em férias ou tire uma licença. E quando voltar, volte com calma ou em outra função.
Não permita que o estresse contínuo tome conta de você ou de pessoas que são próximas e raras. Ao sinal de sintomas de estresse excessivo, sendo síndrome de Burnout ou não, procure-nos e vamos juntos trabalhar para manter esses níveis em graus aceitáveis e saudáveis.

Thursday, January 18, 2018

IPAN - Tratamento

Aqui no IPAN, juntos, médico, paciente e familiares, conversam para decidir qual será o melhor tratamento adotado em cada caso.

Se você quer ser avaliado por um de nossos especialistas, ente em contato.
Já são mais de 3.000 pacientes atendidos e muitos recuperaram a qualidade de vida e retomaram às suas atividades quotidianas. Isso é motivo de muito orgulho.


http://bit.ly/2ldb0w0
#transtornospsiquiatricos #saudemental #ipan