Sunday, October 10, 2010

Fatores que favorecem a depressão


Dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) apontam que o Brasil possui 13 milhões de pessoas com depressão, um número assustador. No mundo inteiro são cerca de 340 milhões de pessoas sofrendo com a doença e um número aproximado de 850 mil suicídios por ano provocados por ela. Os custos com transtornos mentais podem chegar a até 4% do PIB (Produto Interno Bruto). Este quadro chama muito a atenção, por isso, cada vez mais, a depressão deve ser estudada.

Recentemente dois estudos nos chamaram a atenção e gostaríamos de compartilhá-los com vocês. Em um deles, a desigualdade de renda pode aumentar a ocorrência de depressão emocional, principalmente nas áreas urbanas, onde as diferenças econômicas e sociais são mais acentuadas. A pesquisa foi realizada pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Este é um dado bastante relevante no Brasil, onde convivemos com uma desigualdade de renda latente.

Outra pesquisa aponta que parceiros de pacientes diagnosticadas com câncer de mama são mais propensos a desenvolver problemas como depressão e doença bipolar. O estudo foi comandado por Christoffer Johansen, do Instituto de Epidemiologia do Câncer, em Copenhagen - Dinamarca.Os cientistas analisaram dados de mais de 1 milhão de homens com 30 anos ou mais, que não tinham histórico de tratamento hospitalar por transtorno emocional e viviam com a mesma mulher por, pelo menos, cinco anos. Os dados ainda são preliminares e mais estudos devem acontecer para confirmar essa relação.

Abraços,

Dra Marina

Wednesday, September 8, 2010

Preconceito pode destruir vidas

Além de todas as dificuldades enfrentadas por pacientes que sofrem de depressão e outros transtornos, quando conversamos com eles percebemos também uma barreira muito problemática: o preconceito. Em alguns dos depoimentos dos pacientes do IPAN podemos ler mais sobre esta dificuldade, clique aqui para ler. Apesar de já percebermos uma melhora nos últimos anos, ainda há muito preconceito quanto às doenças como depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia e outros.

Diversas ações devem ser feitas para diminuir o preconceito e conscientizar a sociedade. Cada um pode fazer a sua parte, no site do IPAN temos muitos textos para esclarecer as dúvidas sobre os transtornos e cada um de nós pode disseminar informações corretas. Trago para vocês uma iniciativa interessante realizada na Inglaterra chamada Time to Change - Tempo para Mudar (www.time-to-change.org.uk), que espalha pelo país depoimentos de pacientes pelo fim da discriminação dos portadores de doenças mentais. Em uma de suas ações, a campanha mostra mitos e verdades sobre transtornos mentais, veja:

Mito: Problemas de saúde mental são muito raros.
Verdade: Problemas de saúde mental afetam uma em cada quatro pessoas.

Mito: Pessoas com problemas de saúde mental são diferentes das pessoas
normais.
Verdade: Todos temos uma saúde mental, assim como temos nossa saúde física.

Mito: Pessoas com doenças mentais nunca se recuperam.
Verdade: Pessoas com doenças mentais podem e conseguem se recuperar.

Mito: Depois de terem um problema de saúde mental pessoas ficam mais fracas.
Verdade: Muitas pessoas que passaram por isso ficam mais fortes.

Mito: Pessoas com doenças mentais são violentas e imprevisíveis.
Verdade: Pessoas com doenças mentais são mais propensas a serem vítimas de violência.

Mito: Não conheço ninguém com transtorno mental.
Verdade: Alguém que você conhece ou ama já teve um transtorno mental.

Fonte: Time to Change - http://www.time-to-change.org.uk/

É importante que façamos a nossa parte, vamos acabar com o preconceito!
Temos que incentivar a busca por ajuda médica, essencial para que as pessoas recuperem a alegria de viver, espalhe essa ideia!

Abs,
Dra Marina

Sunday, August 29, 2010

Como enfrentar a depressão pós parto

Como enfrentar a depressão pós parto

O momento mais esperado da vida de uma mulher pode ser prejudicado imensamente pela depressão pós parto, doença que assusta futuras mamães. A doença atinge de 15% a 20% das mulheres, um número bastante alto. Mamães que choram demasiadamente, resistem a cuidar do bebê, sofrem com tristeza e desespero podem estar com depressão pós parto. É importante identificar os sintomas e procurar ajuda o mais rápido possível, pelo bem da mãe e do bebê. Neste momento o apoio do pai da criança e familiares é fundamental.

Thursday, July 29, 2010

A cor da depressão é cinza - IPAN

A cor da depressão é cinza - IPAN

Recentemente Luiz Caversan, colunista do jornal de São Paulo, publicou em sua coluna um artigo sobre uma pesquisa muito interessante feita pela universidade alemã de Freiburg e publicado no último número da revista Biological Psychiatry, que considero uma das melhores do mundo. O estudo aponta o que muitos de nós já suspeitávamos, o mundo é mais cinza para quem sofre de depressão. Literalmente cinza! Pois no olhar de quem tem depressão o contraste entre preto e o branco diminui.

O estudo foi feito em 80 pessoas, 40 delas com depressão e outras sem a doença, os pesquisadores monitoraram a retina, responsável pela entrada de sinais luminosos que chegam ao cérebro para a definição de cores e luzes. Nos pacientes deprimidos, o contraste entre preto e branco é menor do que nos que não sofrem com a doença, além disso há uma relação entre o nível de contraste e a gravidade dos sintomas da doença.


Acho muito importante quando os veículos de comunicação divulgam temas tão importantes e pesquisas como esta, muito recente e relevante. Ajuda a desmistificar a depressão, tanto para quem sofre com ela quanto para os que convivem com pacientes. A depressão é uma doença, precisa ser reconhecida como tal e muito bem tratada. Ninguém merece ver a vida cinza, não é mesmo?


Abraços,

Dra Marina

Seeing gray when feeling blue? Depression can be measured in the eye of the diseased.

Abstract

BACKGROUND: Everyday language relates depressed mood to visual phenomena. Previous studies point to a reduced sensitivity of subjective contrast perception in depressed patients. One way to assess visual contrast perception in an objective way at the level of the retina is to measure the pattern electroretinogram (PERG). To find an objective correlate of reduced contrast perception, we measured the PERG in healthy control subjects and unmedicated and medicated patients with depression.

METHODS: Forty patients with a diagnosis of major depression (20 with and 20 without medication) and 40 matched healthy subjects were studied. Visual PERGs were recorded from both eyes.

RESULTS: Unmedicated and medicated depressed patients displayed dramatically lower retinal contrast gain. We found a strong and significant correlation between contrast gain and severity of depression. This marker distinguishes most patients on a single-case basis from control subjects. A receiver operating characteristic analysis revealed a specificity of 92.5% and a sensitivity of 77.5% for classifying the participants correctly.

CONCLUSIONS: Because PERG recording does not depend on subjective ratings, this marker may be an objective correlate of depression in human beings. If replicated, PERG may be helpful in further animal and human research in depression.


Bubl E, Kern E, Ebert D, Bach M, Tebartz van Elst L. Biol Psychiatry. 2010 Jul 15;68(2):205-8. Epub 2010 Mar 31.

Department of Psychiatry and Psychotherapy, Albert-Ludwigs-University of Freiburg, Freiburg, Germany.Copyright 2010 Society of Biological Psychiatry. Published by Elsevier Inc. All rights reserved.

Friday, July 23, 2010

A importância da família para pacientes com depressão - IPAN

A importância da família para pacientes com depressão - IPAN

De acordo com OMS (Organização Mundial de Saúde), até 2020 a depressão será a principal doença mais incapacitante em todo o mundo e a segunda causa de mortes mundiais por doença, após doenças coronárias. Os dados são muito preocupantes e refletem o alcance desta doença. Quem sofre com esta condição sabe o quanto é doloroso e incapacitante, mas o sofrimento não é exclusivo de quem tem depressão, é também dos familiares e das pessoas mais próximas, que sofrem por ver um ente querido doente e muitas vezes também sofrem por não saber como lidar com a doença. Mas qual é o papel da família? O que fazer para ajudar alguém com depressão?

A família é fundamental, é nela que o paciente vai encontrar apoio e conforto, reuni algumas dicas para familiares de pessoas com depressão. Vamos a elas:

1. A atitude mais importante é assegurar que a pessoa com depressão esteja em tratamento com um médico psiquiatra da confiança da família e do paciente. Procure ajuda, não espere a doença piorar.
2. Paciência é fundamental, muitas vezes a convivência com pessoa deprimida fica muito difícil, é preciso ser paciente.
3. Entenda que depressão é uma doença, a pessoa não está neste estado porque escolheu estar assim. Por isso o tratamento com médico psiquiatra é tão importante.
4. Saiba ouvir, por mais cansativo que seja, é importante dar atenção à pessoa deprimida, mostre a ela que você entende que ela passa por um momento difícil e destaque a importância de cumprir o tratamento conforme as orientações médicas.
5. Respeite. É importante saber respeitar o momento do paciente, claro que você pode incentivar a pessoa a fazer alguma atividade, mas caso ela recuse, respeite este momento. O que parece muito simples para uma pessoa saudável pode ser insuportável para quem está deprimido.
6. Acompanhe o tratamento, esteja sempre em contato com o médico, avise-o se perceber mudanças bruscas. Verifique se a pessoa está seguindo o tratamento.
7. Informe-se sobre a doença, leia bastante: sobre os tratamentos, livros, depoimentos de quem já passou por esta situação.
8. Em momentos muito difíceis, em que você está esgotado e não sabe mais o que falar, ofereça seu carinho, um abraço pode ajudar.
9. Não esqueça de você. Cuide-se, tenha um tempo só para você e faça isso sem culpa


Saturday, June 19, 2010

Estimulação Magnética para Depressão


Estimulação Magnética para Depressão

Um dos transtornos mentais que tem se beneficiado mais de avanços diagnósticos e terapêuticos, a depressão está incorporando técnicas novas como a estimulação magnética transcraniana, já estudada em grandes centros médicos, especialmente norte-americanos.

A evolução no diagnóstico e no tratamento dos transtornos depressivos foi marcante nos últimos anos. Desde os anos 50 novos medicamentos foram desenvolvidos e trazem um inegável benefício para milhares de pessoas que sofrem do transtorno em todo o mundo. Algumas limitações das medicações, contudo, especialmente o fato de alguns pacientes não tolerarem efeitos colaterais e uma porcentagem de pacientes simplesmente não melhorar, levaram os pesquisadores a aprimorar técnicas antigas, como a eletroconvulsoterapia e a estudar novas técnicas, como a estimulação magnética transcraniana. Depois deste acontecimento, passou a ser possível estimular o cérebro sem necessidade de uma craniotomia e sem a necessidade de cargas elétricas altas, pois o campo magnético é capaz de passar pelo crânio como se este não existisse, sem alteração ou deflecção.
A técnica passou a ser utilizada para estudos neurofisiológicos das vias motoras, incluindo transtornos neurológicos como esclerose múltipla e doença de Parkinson, entre outros (Barker, 1991).
A utilização terapêutica surgiu, como acontece frequentemente na medicina, de forma fortuita. Alguns estudos em pacientes com Parkinson (que sabidamente têm uma maior prevalência de depressão) notaram uma melhora do humor após as estimulações. Surgiram relatos de caso e isso levou alguns estudiosos (principalmente o professor George, em Charlestone, na Carolina do Sul e o professor Pascual-Leone, em Boston, Massachussets) a realizar as primeiras avaliações controladas dos efeitos da estimulação magnética transcraniana em transtornos depressivos (George and Wassermann, 1994; Pascual-Leone, 1994).


Evolução da técnica

Algumas mudanças técnicas foram realizadas. Foi desenvolvida uma bobina dupla (conhecida também como em forma de borboleta ou em forma de 8, em contraste com a bobina circular até então utilizada). Esta tem dois aneis de fios que fazem uma intersecção, onde se consegue focalizar melhor a área a ser estimulada. Outra modificação foi o surgimento de aparelhos que forneciam pulsos de repetição (em contraste com os iniciais que forneciam pulsos únicos). Com isso, séries de estímulos, com diferentes freqüências, podiam ser realizadas e este tipo de tratamento passou a ser chamado estimulação magnética transcraniana de repetição.


Segurança e efeitos colaterais

O tratamento é extremamente seguro e geralmente muito bem tolerado pelos pacientes. Os efeitos colaterais mais comuns são cefaléia depois das aplicações e desconforto na região da aplicação durante o tratamento. O maior risco é a possibilidade da indução de uma crise convulsiva. Foram relatados pouquíssimos casos no mundo (um total de 9 publicados até o momento), sendo que nenhum deles deixou qualquer tipo de sequela ou levou a alterações a longo prazo. Apesar de ser um acontecimento extremamente raro, guias com limites de segurança foram publicados, com combinações máximas permitidas para diferentes frequências utilizadas, reduzindo a zero a incidência de convulsões, quando os limites são respeitados.


A Técnica

Diferentes combinações de parâmetros foram testadas e diferentes regiões cerebrais foram estimuladas. Os melhores resultados foram obtidos, até o presente, com estimulação do córtex pré-frontal dorso-lateral, uma parte do córtex cerebral que corresponde às regiões 9 e 46 de Broadmann. Um importante achado foi o de diferentes efeitos, de acordo com o lado do cérebro estimulado e a frequência utilizada.

Melhores efeitos antidepressivos foram relatados com frequências altas (maiores do que 1 Hz; usualmente 5, 10, 15 ou 20 Hz) no lado esquerdo, e com frequências baixas (iguais ou menores do que 1 Hz) no lado direito. Uma possível explicação para isso seria a teoria do desequilíbiro inter-hemisféricos na depressão, com uma hipoativação do lado esquerdo e uma hiperativação proporcional do lado direito.
Frequências altas tendem a ter efeitos excitatórios no tecido cerebral, enquanto que frequências baixas tendem a ter um efeito inibitório.

Durante a sessão, o paciente fica sentado confortavelmente em uma poltrona ou divã, e fica desperto durante todo o tempo. A intensidade da estimulação é definida de forma individual, de acordo com a excitabilidade cerebral de cada paciente. O meio disponível para avaliar esta excitabilidade é conhecido como “limiar motor”. A mensuração deste consiste na ampliação de estímulos simples na região do córtex motor do lado que se deseja estimular.

Com isso, são observadas contrações contralaterais do músculo desejado (o mais utilizado é o abdutor curto do polegar), que podem ser registradas em um eletromiógrafo ou somente observadas a olho nu (Pridmore et al, 1998).
O limiar motor é normalmente considerado a intensidade mínima para que haja contração do músculo em 50% das estimulações. Este valor será utilizado para o cálculo da intensidade da estimulação ao longo do tratamento. Geralmente é utilizado de 100 a 120% do limiar motor.


Curso do tratamento

No momento atual, o tratamento consiste em sessões diárias que duram de 20 a 30 minutos cada, por um total de 2 a 4 semanas, excetuando-se fins de semana.
O número total de sessões é decidido de acordo com a resposta clínica. Não há regra geral com relação às medicações concomitantes. Em geral, inibidores do sistema nervoso central, como benzodiazepínicos, vão provocar um aumento do limiar motor, com necessidade de estimulação mais intensa. Medicações antidepressivas podem ser utilizadas conforme a necessidade e a indicação, havendo relatos de um sinergismo entre ambos (Rumi et al, 2005).


Eficácia

Como acontece com muitos tratamentos, alcançar a eficácia encontrada nos estudos vai depender de uma série de fatores. São exemplos os critérios diagnósticos utilizados, o grau de refratariedade e faixa etária da população estudada, além de diferentes aspectos técnicos (combinações de parâmetros ou tipo de placebo utilizado, por exemplo). A qualidade dos estudos também é um fator a ser levado em consideração.

Foram publicadas algumas revisões e metanálises (Burt et al, 2002; Couturier, 2005; Herrmann e Ebmeier, 2006; Holtzheimer et al, 2001; Martin et al, 2003; McNamara et al, 2001), todas demonstrando um efeito maior do que o tratamento controle (estimulação simulada). De forma geral, pode-se dizer que a estimulação magnética para o tratamento da depressão tem uma taxa de eficácia semelhante às medicações, ou seja, em torno de 60 a 70%.


Situação atual e perspectivas

Diferentes países têm modos diversos de regulamentar a prática médica e a utilização de aparelhagem para o tratamento de doenças.
Países que já utilizam a estimulação magnética regularmente incluem o Canadá, Israel e Austrália, entre outros. No Brasil existe, no momento, apenas um aparelho estimulador magnético com registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), realizado no ano de 2007. No ano de 2008, a técnica, com um aparelho específico, foi aprovada para utilização clínica no tratamento da depressão pelo Food and Drug Administration (FDA) nos Estados Unidos.

Depressão é uma síndrome complexa com uma fisiopatologia ainda desconhecida. Os tratamentos existentes, incluindo medicações, eletroconvulsoterapia e, agora, a estimulação magnética transcraniana, têm a finalidade principal de aliviar o sofrimento dos pacientes, mas também abrem caminho para uma maior compreensão do cérebro, tanto normal como patológico. O futuro é bastante promissor. O aperfeiçoamento de técnicas de convulsoterapia (e.g., magnetoconvulsoterapia, estimulação elétrica focal) e da própria estimulação magnética está em curso, bem como o estudo de novas técnicas experimentais, como a estimulação do nervo vago e a estimulação cerebral profunda. Juntas, estas técnicas estão se somando àquelas disponíveis e abrindo o horizonte de médicos e pacientes para um futuro mais saudável.

Dra. Marina Odebrecht Rosa, CRM: 107447 – SP | RQE: 47901. Dr. Moacyr Alexandro Rosa, diretor técnico, CRM: 69816 – SP | RQE: 47876. IPAN – Instituto de Psiquiatria Avançada e Neuromodulação.

Tuesday, June 15, 2010

FDA aprova o uso da Estimulação magnética para o tratamento da depressão


FDA aprova o uso da Estimulação magnética para o tratamento da depressão.

O órgão regulador americano FDA (Food and Drug Administration) aprovou em outubro de 2008 a indicação da Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) para pacientes com depressão que não respondem a um primeiro medicamento antidepressivo. A técnica começou a ser estudada para o tratamento da depressão em 1996 e desde então um grande número de estudos mostrou a eficácia nessa indicação. A EMT já é aprovada para uso clínico na Europa, Israel, Austrália, Canadá, Brasil e muitos outros países.

Dr. Marco Andrade ministra aula na Universidade de Columbia, NY


Dr. Marco Andrade ministra aula na Universidade de Columbia, NY


Durante o "Journal Club" no Departamento de Psiquiatria da Universidade de Columbia o Dr. Marco Andrade ministrou aula sobre a Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva (EMTr) e alucinações auditivas. A aula foi apresentada, no dia 12/05/2010, o "Journal Club" é o encontro semanal entre os pesquisadores da área de neuroestimulação para discutir artigos científicos. http://www.brainstimulation.columbia.edu/calendar.html

Dr. Marco Andrade tem formação em EMTr e ECT pela Universidade de Columbia




Durante os meses de Abril e Maio de 2010, o Dr. Marco Andrade, psiquiatra integrante do corpo clínico do IPAN, realizou fellowship em EMTr (Estimulação Magnética transcraniana) e ECT (Eletroconvulsoterapia) na Universidade de Columbia, centro de referência mundial sobre estas técnicas. No mesmo período, ele também foi um dos selecionados integrantes da equipe de médicos pesquisadores da Universidade de Columbia e participou de todas as atividades relacionadas aos estudos de neuroestimulação.


http://www.brainstimulation.columbia.edu

Dr. Moacyr Rosa recebe prêmio internacional




Dr. Moacyr Rosa, diretor do IPAN, teve a honra de ser escolhido para receber um importante prêmio internacional de melhor "Jovem Pesquisador". O Dr. Moacyr concorreu com mais de 1200 candidatos."2010 NCDEU New Investigator Award (2010 NCDEU Premiação Jovem Pesquisador)"O estudo premiado faz referência a uma inovadora técnica chamada de Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva (EMTr) com Theta-Burst. 

Pesquisa realizada pela equipe IPAN é selecionada em congresso internacional

Pesquisa realizada pela equipe IPAN é selecionada em congresso internacional

Tese de Mestrado do Dr. Celso, aluno do Dr. Moacyr, Rosa foi publicada em revista internacional.

Tese de Mestrado do Dr. Celso, aluno do Dr. Moacyr, Rosa foi publicada em revista internacional.

Aula do Dr. Moacyr Rosa na Universidade de Columbia.

Aula do Dr. Moacyr Rosa na Universidade de Columbia.

Dra. Marina Rosa ministra aula prática de EMTr.

Dra. Marina Rosa ministra aula prática de EMTr.

Dr. Moacyr Rosa, diretor do IPAN, ministra aula na Universidade de Columbia.

Dr. Moacyr Rosa, diretor do IPAN, ministra aula na Universidade de Columbia.

Dr. Moacyr faz parte do corpo de professores na Universidade de Columbia, NY

Dr. Moacyr faz parte do corpo de professores na Universidade de Columbia, NY

- Dr. Moacyr é bolsista pós-doutorando na Universidade de Columbia em Nova York.

- Dr. Moacyr é bolsista pós-doutorando na Universidade de Columbia em Nova York.

Dra. Marina realiza pós-doutorado na Universidade de Columbia, NY

Dra. Marina realiza pós-doutorado na Universidade de Columbia, NY

Profissionais do IPAN recebem mais um prêmio internacional

Profissionais do IPAN recebem mais um prêmio internacional

Dr. Moacyr e Dra. Marina são colaboradores em livro internacional

Dr. Moacyr e Dra. Marina são colaboradores em livro internacional

Diretora do IPAN recebe prêmio internacional em Toronto, Canadá

Diretora do IPAN recebe prêmio internacional em Toronto, Canadá