Monday, September 17, 2018

Confira o depoimento de uma de nossas pacientes beneficiada com a Estimulação Magnética Transcraniana




Confira o depoimento de uma de nossas pacientes beneficiada com a Estimulação Magnética Transcraniana – EMTr. A reportagem foi exibida no programa “Empresários de Sucesso” da Record News.
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Wednesday, September 5, 2018

Setembro Amarelo: campanha de combate ao suicídio


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Vamos falar de suicídio?

Você sabia que, todos os dias, 32 brasileiros tiram a própria vida e que mais de 20 mil pessoas cometem suicídio ao redor do planeta?


Busque Tratamento!

Por ano são quase 1 milhão de pessoas que se matam, uma a cada 40 segundos – são mais vítimas que todas as guerras, homicídios e conflitos civis somados. E, para cada morte por suicídio, existem outras 10 ou 20 pessoas que já tentaram e não obtiveram êxito.

Os números são alarmantes, mas o Brasil é um país com índices baixos (6 casos por 100 mil habitantes, contra 12 da média mundial). No entanto, enquanto os índices têm caído na maioria dos países, as taxas brasileiras avançam. Entre 2002 e 2012, o número de casos subiu 34%.

Entre adolescentes de 10 a 14 anos, o aumento chegou a 40% de acordo com levantamento do Mapa da Violência. Em geral, as motivações que levam adolescentes a terem comportamentos suicidas são complexas, podemos citar o suicídio de figuras proeminentes ou de pessoas conhecidas pessoalmente, e até mesmo o fenômeno dos suicidas em grupo ou de comunidades semelhantes que encaram o comportamento suicida como um estilo de vida.

Outro grupo que tem taxas elevadas de suicídio são os idosos. As motivações também são diversas, ou pela perda de parentes, sobretudo do cônjuge, por solidão, enfermidades degenerativas ou dolorosas, e até pela sensação de dar muito trabalho à família.

Falando ainda sobre dados estatísticos, é curioso notar que o suicídio é cerca de três vezes maior entre os homens do que entre as mulheres. No entanto, as tentativas de suicídio são, em média, três vezes mais frequentes entre as mulheres.

Veja abaixo os principais fatores de risco associados ao comportamento suicida.

Doenças mentais
. Depressão
. Transtorno bipolar
. Transtornos mentais relacionados ao uso de álcool e de outras substâncias
. Transtornos de personalidade
. Esquizofrenia
. Aumento do risco com associação de doenças mentais: paciente bipolar que também seja dependente de álcool terá risco maior do que se ele não tiver essa dependência

Aspectos sociais
. Gênero masculino
. Idade entre 15 e 30 anos e acima de 65 anos
. Sem filhos
. Moradores de áreas urbanas
. Desempregados ou aposentados
. Isolamento social
. Solteiros, separados ou viúvos
. Populações especiais: indígenas, adolescentes e moradores de rua

Aspectos psicológicos
. Perdas recentes
. Pouca resiliência
. Personalidade impulsiva, agressiva ou de humor instável
. Ter sofrido abuso físico ou sexual na infância
. Desesperança, desespero e desamparo

Condição de saúde limitante
. Doenças orgânicas incapacitantes
. Dor crônica
. Doenças neurológicas (epilepsia, Parkinson, Hungtinton)
. Trauma medular
. Tumores malignos
. AIDS

Suicidabilidade
Ter tentado suicídio, ter familiares que tentaram ou se suicidaram, ter ideias e/ou planos de suicídio.

Agora veja os principais fatores protetores do suicídio.

. Boa autoestima
. Bom suporte familiar
. Laços sociais bem estabelecidos com a família e amigos
. Religiosidade, independente de afiliação religiosa
. Razão para viver
. Ausência de transtorno mental
. Estar empregado
. Capacidade de adaptação e resolução positiva de problemas
. Acesso a serviços e cuidados de saúde mental
É provável que você não conheça esses dados, e sabe por que não os conhece? Porque o suicídio costuma vir acompanhado de um fator que contribui para o seu alastramento: o silêncio.

Falar é a melhor solução!

É por isso que o Setembro Amarelo foi criado. O movimento acontece todos os anos no mês de setembro em todo o mundo e tem como ponto de atenção o dia 10 – Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. Iniciado no Brasil em 2014 pelo CVV – Centro de Valorização da Vida, CFM – Conselho Federal de Medicina e ABP – Associação Brasileira de Psiquiatria, tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre essa questão de saúde pública, divulgando, esclarecendo e estimulando a prevenção, pois, segundo a Organização Mundial da Saúde, 9 em cada 10 casos poderiam ser prevenidos, com a ajuda e atenção de quem está por perto. Durante todo o mês, inúmeros monumentos ganham iluminação amarela para chamar a atenção da população em várias cidades do país. São feitas também ações de rua, como caminhadas, passeios de bicicleta e motocicleta, abordagens em locais públicos, além de palestras, workshops e muitas outras ações, tudo para que possamos quebrar tabus e vencer o preconceito.

Hoje, quem sofre, sofre calado. O medo de falar sobre pensamentos suicidas e ser julgado faz com que as pessoas se calem. No entanto, o que essas pessoas sentem é mais comum do que se divulga, e é importante que sabiam que muitas outras pessoas também sofrem. Amigos, familiares e pessoas próximas, em geral, têm a sensação de que não podem ajudar, pensam que, por não saberem identificar os sinais ou por não terem familiaridade com a abordagem mais adequada, nunca vão conseguir oferecer ajuda. Mas isso não é verdade.

Entender que a doença mental é uma condição séria e fora do controle de quem sofre, é o primeiro passo para vencer preconceitos e poder oferecer ajuda a quem precisa. Sua conscientização e adesão nos ajudará a conscientizar mais e mais pessoas. Se tiver uma camiseta ou qualquer outro item de vestuário amarelo, tire do armário e use em setembro. Informe-se sobre as ações do Setembro Amarelo, alerte seus amigos e familiares e participe! Quanto mais falamos e nos engajamos, mais contribuímos para a prevenção e diminuição do número de vítimas fatais do suicídio.
Informações sobre fatores de risco extraídas da Cartilha “Suicídio – informando para prevenir”, página 23. Acesse o conteúdo completo clicando aqui.

Monday, August 27, 2018

Depressão: qual médico ou especialista devo procurar?


Depressão: qual médico ou especialista devo procurar?

Saiba onde buscar ajuda e com quem se consultar para diagnosticar essa doença e ter o melhor tratamento possível – é o psiquiatra, o psicólogo ou nenhum?

A depressão é tratada principalmente por médicos e psicólogos. No entanto, o ideal é procurar um psiquiatra (médico com foco em transtornos mentais) para que ele diagnostique o problema e sua severidade e, então, recomende os tratamentos mais adequados para cada caso.
 
 
Saiba mais sobre o tratamento da Depressão!

Como saber se eu tenho depressão

Há sintomas suspeitos, como cansaço extremo, fraqueza, irritabilidade, angústia, tristeza, falta de interesse por atividades que antes davam prazer, pensamentos negativos ou que envolvem a morte e até disfunção sexual. E ainda existem testes e questionários.
TESTE sua depressão!
Mas só uma avaliação apurada do médico de fato vai diagnosticar a depressão e diferenciá-la de outros problemas. Nesse sentido, o psiquiatra é o melhor especialista, porque está habituado a lidar com esse distúrbio no seu dia a dia.
No entanto, é possível que, durante sessões de psicoterapia, o psicólogo perceba a presença da depressão.
Quando procurar a ajuda do médico? Em especial nos momentos que sentir que os sintomas acima – e tantos outros – estão afetando sua vida, parecem não ir embora ou surgem sem motivo aparente. Depressão não é frescura.

E quem faz o tratamento

Em geral, os especialistas mais importantes são o psiquiatra e o psicólogo. Enquanto o primeiro ajuda, entre outras coisas, com antidepressivos e outros remédios, o segundo trabalha, via de regra, com sessões de psicoterapia. Esses encontros podem ajudar a descobrir as causas psíquicas por trás da doença e auxiliar a desmontá-las.
No mais, questões secundárias podem ser lidadas com outros experts. Um nutricionista, por exemplo, contra-ataca eventuais compulsões alimentares ou, por outro lado, enfrenta a falta de vontade de comer.
Um médico do sono, por sua vez, contribuiria para melhorar a qualidade das horas dormidas. E um profissional de educação física pode ajustar o ritmo e a frequência de exercícios físicos, que contribuem para dar ânimo e bem-estar.
Revista SAÚDE, da Editoria Abril

Friday, August 24, 2018

Você conhece a depressão bipolar?



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Você conhece a depressão bipolar?

Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria, 15% dos pacientes que sofrem com a doença cometem suicídio. Saiba mais sobre o distúrbio e seu tratamento

Classificada como a principal causa de incapacidade no globo pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão atinge mais de 300 milhões de pessoas no planeta. Apesar da versão unipolar ser mais comum, ela também pode se manifestar junto ao transtorno bipolar: é a chamada depressão bipolar. Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), aproximadamente 4 milhões de brasileiros sofrem com o distúrbio.

Saiba mais sobre o tratamento da Depressão!

Ainda de acordo com dados dessa entidade, 15% dos pacientes acabam tirando a própria vida. Está claro, portanto, que estamos diante de um tema que merece maior repercussão.
Mas há diferenças nos sintomas entre a depressão unipolar e a bipolar? Esse quadro é especialmente grave? E como tratá-lo? SAÚDE enviou para Antônio Geraldo da Silva, diretor tesoureiro e superintendente técnico da ABP e presidente eleito da Associação Psiquiátrica da América Latina (APAL), algumas questões sobre esse transtorno. Suas respostas estão abaixo:

Qual a diferença entre a bipolaridade, a depressão e a depressão bipolar?

A depressão bipolar são os episódios depressivos apresentados por pacientes com transtorno bipolar do humor. Dessa forma, precisamos explicar rapidamente em que constitui o transtorno bipolar: ele alterna episódio de mania (euforia), associados ou não a tais episódios depressivos.
A mania se caracteriza por um período de humor exaltado, aceleração do pensamento, agitações, excesso de energia, euforia, irritabilidade, mudanças bruscas de humor e alterações no sono. O episódio depressivo pode ser único ou recorrente, de intensidade leve, moderada ou grave. Sua duração é também variada, podendo ir de semanas a anos.
Em suma, os sintomas da depressão, seja ela unipolar ou bipolar, consistem nas mesmas manifestações: tristeza prolongada constante, sensação de vazio, irritabilidade, alterações no sono e no apetite (para mais ou para menos). Alguns desses fenômenos, no entanto, são mais comuns à depressão bipolar, como o excesso de sono, ganho de peso, delírios e instabilidade de humor acentuada.
Sobre as causas, temos várias etiologias para o transtorno bipolar, mas a principal delas é a correlação entre fenótipo e genótipo. Isso significa que existem tanto tendências hereditárias quanto fatores desencadeadores ambientais que podem acontecer ao longo da vida.
O diagnóstico diferencial pode ser complexo e deve ser feito por um psiquiatra, que analisará a situação de cada indivíduo, levando em consideração o histórico familiar, sintomas relatados pelo paciente, estilo de vida, entre outros aspectos.

Como é feito o tratamento?

O tratamento do transtorno bipolar e, consequentemente, da depressão bipolar é feito à base de psicofarmacoterapia. Ou seja: com o uso de medicamentos e psicoterapia. O maior aliado é o estabilizador de humor, por causa do risco de ciclagem para mania, embora alguns estudos apontem a possibilidade do uso de antidepressivos e antipsicóticos.
No caso da depressão bipolar, é necessário lembrar que a presença de episódios de mania deve ser levada em consideração, visando uma estratégia terapêutica que se adeque a ambos os panoramas, maníaco ou depressivo.
Para situações onde os medicamentos apresentam pouco impacto na remissão dos sintomas, a eletroconvulsoterapia (ECT) é um dos tratamentos mais eficazes para os quadros extremos de mania e depressão. Segura e realizada em ambiente hospitalar com o acompanhamento de equipe multiprofissional, com psiquiatria, anestesiologista e enfermeiro, a ECT consiste na aplicação correntes de energia de baixíssima amperagem, podendo salvar a vida de pacientes.
Saiba mais sobre ECT!
Este é o último recurso para casos não responsivos ao tratamento ou em que a pessoa esteja tentando suicídio de forma recorrente (várias vezes no mesmo dia ou semana) para cessar o quadro e não há nenhum tipo de maus tratos ao paciente.

Existem estudos ou pesquisas com dados estatísticos sobre a doença?

O transtorno bipolar inicia, em sua maioria, dos 15 aos 19 anos, apresentando um episódio depressivo como quadro inicial. Acredita-se que cerca de 2,5% da população sofre com o transtorno bipolar, com números semelhantes nos cenários nacional e mundial.

O que fazer quando os sintomas surgem ou em alguma crise?

Em ambos os casos, é necessário buscar auxílio médico. Quando os sintomas aparecem, o primeiro passo é procurar um psiquiatra para marcar a consulta.
Caso os primeiros sinais sejam percebidos pelos familiares ou amigos, é importante auxiliar o paciente, levando-o a compreender a importância de ir ao médico e iniciar o tratamento.
Quando o paciente já é acompanhado e inicia um episódio maníaco ou depressivo, a ida ao médico é essencial para que o tratamento medicamentoso seja adequado ao momento. E para que se verifique qual o gatilho da mudança de humor, entre outros aspectos clínicos.

Como familiares e amigos podem ajudar?

O apoio dos familiares e amigos é fundamental para o paciente com transtorno bipolar. Observar o sintomas iniciais e incentivar a busca ao médico, verificar os horários de administração do medicamento e consultas são algumas das ações que os familiares podem realizar.
Entretanto, o maior auxílio que eles oferecem ao paciente é compreender a sua situação patológica. E, para isso, é necessário enfrentar o preconceito contra doenças e doentes mentais. O preconceito, que neste caso chamamos de psicofobia, é a principal causa de afastamento do paciente do consultório médico e do uso correto de medicamentos prescritos.

Existem ações do governo para diminuir esses números ou trazer conscientização?

Nos últimos 30 anos, não tivemos nenhuma ação de prevenção de doenças ou promoção da saúde mental por parte da coordenação nacional de saúde mental. Existe agora uma proposta para que isso possa ser trabalhado, mas ainda não há ações efetivas para o setor.
Esperamos que, com a nova Coordenação Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, no Ministério da Saúde, tendo à frente o Dr. Quirino Cordeiro, isso venha a acontecer. Essas ações de promoção da saúde mental e prevenção de doenças são extremamente importantes.

Revista SAÚDE, da Editoria Abril

Thursday, August 16, 2018

Tratamentos para depressão

O IPAN foi tema de reportagem no programa “Empresários de Sucesso” da Record News. A matéria explicou sobre os tratamentos para depressão e outros transtornos, desde medicamentos até a moderna Estimulação Magnética Transcraniana, trazendo também o depoimento de uma de nossas pacientes beneficiada com a técnica.
Confira!
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Friday, August 3, 2018

Curso de Estimulação Magnética Transcraniana


24 e 25 de agosto de 2018
Local: São Paulo – SP
O curso é voltado para médicos e tem como objetivo fazer uma apresentação teórica de todos conceitos básicos para uso da técnica da Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva na clínica médica e o preparo técnico no seu uso com segurança e eficácia.
http://www.ipan.med.br/curso-de-estimulacao-magnetica/

Thursday, July 19, 2018

Curso de Eletroconvulsoterapia

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8˚ Curso de Eletroconvulsoterapia – Uma Versão Contemporânea

Data: 10/08/18
Local: São Paulo – SP

Objetivo e público alvo:

Público: Médicos (A inscrição só é efetivada com apresentação do CRM).
Objetivo: Com uma abordagem teórico-prática, os alunos obterão conhecimento e capacitação para realizar o tratamento com segurança e da maneira mais eficaz e moderna. A abordagem inclui desde conceitos básicos dirigidos ao iniciante, como também  mais avançados para atualização profissional.

Programação:

Ministrado por: Prof Dr. Moacyr A. Rosa
  • História da ECT
  • Bases físicas e Mecanismo de ação da ECT
  • Anestesia em ECT
  • Técnica de aplicação e dosagem do estímulo
  • Avaliação clínica, riscos e complicações
  • Efeitos adversos
  • ECT em populações especiais

Ministrado por: Dr. Diogo Santos:
  • Obrigatoriedade dos planos de saúde no custeio de tratamentos de Eletroconvulsoterapia
  • Como o médico deve proceder para auxiliar seus pacientes com a cobertura?

 

Locais onde serão realizadas as aulas prática e teórica:

Aula prática:

Das 06h30 às 10h30 – Clínica LipoMed Unity
Av. Indianópolis, 595 – Moema – São Paulo – SP

Aula teórica:

Das 11h30 às 16h – Casa da Psiquiatria
Rua Pelotas, 233 – Vila Mariana – São Paulo – SP


Organização Casa da Psiquiatria:
Para mais Informações ligue para Tricia:
(11) 2592-2029 icon_whatsapp(11) 99602-7169 (11) 96849-7169 ou pelo site Casa da Psiquiatria!

O IPAN também oferece estágio com vivência da prática diária! Mais informações (11) 50830342