Friday, September 29, 2017

II Curso Paulista de Eletroconvulsoterapia Uma Versão Contemporânea

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Início: 7h30
23 de outubro de 2017

Objetivo e publico alvo:

Público: Médicos (A inscrição só é efetivada com apresentação do CRM )
Objetivo: Com uma abordagem teórico-prática, os alunos obterão conhecimento e capacitação para realizar o tratamento com segurança e da maneira mais eficaz e moderna  disponível. A abordagem inclui desde conceitos básicos  dirigidos ao iniciante, como também  mais avançados para atualização profissional.

Programação:

Ministrado por: Prof Dr. Moacyr A. Rosa
  • Conteúdo programático
  • Bases físicas e Mecanismo de ação da ECT
  • História da ECT
Ministrado por: Prof. Dra. Mercedes Jurema de Oliveira Alves
  • Anestesia em ECT
  • Técnica de aplicação e dosagem do estímulo
  • Avaliação clínica, riscos e complicações
  • Efeitos adversos
  • ECT em populações especiais
Locais onde serão realizadas as aulas prática e teórica

Aula prática:

Das 07h30 às 11h30 – Clínica LipoMed Unity
Av. Indianópolis, 595 – Moema – São Paulo – SP

Aula teórica:

Das 14h30 às 18h
Hotel Mercure Nações Unidas
Rua: Professor Manoelito Ornellas 104
Chácara Santo Antonio – CEP: 04719040
São Paulo – SP

Organização Casa da Psiquiatria:

Para mais Informações ligue para Tricia:
(11) 2592-2029 icon_whatsapp(11) 99602-7169 (11) 96849-7169 ou pelo site Casa da Psiquiatria!

O IPAN também oferece estágio com vivência da prática diária! Mais informações (11) 50830342

Friday, September 22, 2017

Stembro Amarelo

“O medo de falar sobre pensamentos suicidas e ser julgado
faz com que as pessoas se calem”.
!

http://bit.ly/2wjxuAI

#ipan #setembroamarelo #tratamento #suicidio

Tuesday, September 19, 2017

Curso teórico e prático de Estimulação Magnética Transcraniana




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Local: São Paulo – SP
24 de Outubro das 14h às 17h

Objetivo e publico alvo:
O objetivo deste curso é  preparação do médico para o uso clínico da Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva com eficácia e segurança.
Recomendamos a leitura do artigo publicado recentemente : “Evidence-based guidelines on the therapeutic use of repetitive transcranial magnetic stimulation”, onde a técnica foi reconhecida com grau de evidência A (definitivamente eficaz) para 2 indicações da EMT, em Neurologia e Psiquiatria, e o grau B para outras 2 indicações.
Serão apresentados conteúdos teóricos fundamentais para conhecimento da técnica e treinamento prático para sua aplicação.
Programação
Ministrado por: Prof Dr. Moacyr A. Rosa e Prof. Dra. Mercedes Jurema de Oliveira Alves
Conteúdo teórico:
  • A Estimulação Magnética Transcraniana e atualizações
  • Mecanismos fisiológicos da EMTr
  • Bobinas superficiais e profundas: semelhanças e diferenças
  • Novos paradigmas e sua utilização terapêutica:Teta burst, Priming, sincronização Efeitos Biológicos da EMT
  • Neuronavegação: perspectivas na prática clínica
  • Excitabilidade cortical: limiar motor, período silente e pulsos pareados
  • Segurança: riscos e contra-indicações
​Conteúdo Prático:
  • Sistema 10/20 de EEG: Método prático e fácil para marcação de pontos e localização de alvos terapêuticos
  • Obtenção de limiar motor
  • Posicionamento das bobinas e diferentes combinações de parâmetros terapêuticos na psiquiatria
  • O objetivo deste curso é a preparação do médico para o uso clínico da Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva com eficácia e segurança.
  • Recomendamos também a leitura dos artigos publicados recentemente aqui e aqui, onde a técnica foi reconhecida com grau de evidência A (definitivamente eficaz) para 2 indicações da EMT, em Neurologia e Psiquiatria, e o grau B para outras 2 indicações.
Para mais Informações ligue para Tricia:
(11) 2592-2029 icon_whatsapp(11) 99602-7169 (11) 96849-7169 ou pelo site Casa da Psiquiatria!

Monday, September 11, 2017

Dr. Moacyr fala para o Domingo Espetacular

Domingo Espetacular revela detalhes sobre perfil do falso fotógrafo de guerra

 Dr. Moacyr fala no Domingo Espetacular – Rede Record sobre a Mitomania, ou seja, a mentira compulsiva.

Monday, September 4, 2017

Setembro Amarelo: campanha de combate ao suicídio

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Vamos falar de suicídio?

Você sabia que, todos os dias, 32 brasileiros tiram a própria vida e que mais de 20 mil pessoas cometem suicídio ao redor do planeta?
Por ano são quase 1 milhão de pessoas que se matam, uma a cada 40 segundos – são mais vítimas que todas as guerras, homicídios e conflitos civis somados. E, para cada morte por suicídio, existem outras 10 ou 20 pessoas que já tentaram e não obtiveram êxito.
Os números são alarmantes, mas o Brasil é um país com índices baixos (6 casos por 100 mil habitantes, contra 12 da média mundial). No entanto, enquanto os índices têm caído na maioria dos países, as taxas brasileiras avançam. Entre 2002 e 2012, o número de casos subiu 34%.
Entre adolescentes de 10 a 14 anos, o aumento chegou a 40% de acordo com levantamento do Mapa da Violência. Em geral, as motivações que levam adolescentes a terem comportamentos suicidas são complexas, podemos citar o suicídio de figuras proeminentes ou de pessoas conhecidas pessoalmente, e até mesmo o fenômeno dos suicidas em grupo ou de comunidades semelhantes que encaram o comportamento suicida como um estilo de vida.
Outro grupo que tem taxas elevadas de suicídio são os idosos. As motivações também são diversas, ou pela perda de parentes, sobretudo do cônjuge, por solidão, enfermidades degenerativas ou dolorosas, e até pela sensação de dar muito trabalho à família.
Falando ainda sobre dados estatísticos, é curioso notar que o suicídio é cerca de três vezes maior entre os homens do que entre as mulheres. No entanto, as tentativas de suicídio são, em média, três vezes mais frequentes entre as mulheres.

Veja abaixo os principais fatores de risco associados ao comportamento suicida.

Doenças mentais
. Depressão
. Transtorno bipolar
. Transtornos mentais relacionados ao uso de álcool e de outras substâncias
. Transtornos de personalidade
. Esquizofrenia
. Aumento do risco com associação de doenças mentais: paciente bipolar que também seja dependente de álcool terá risco maior do que se ele não tiver essa dependência
Aspectos sociais
. Gênero masculino
. Idade entre 15 e 30 anos e acima de 65 anos
. Sem filhos
. Moradores de áreas urbanas
. Desempregados ou aposentados
. Isolamento social
. Solteiros, separados ou viúvos
. Populações especiais: indígenas, adolescentes e moradores de rua
Aspectos psicológicos
. Perdas recentes
. Pouca resiliência
. Personalidade impulsiva, agressiva ou de humor instável
. Ter sofrido abuso físico ou sexual na infância
. Desesperança, desespero e desamparo
Condição de saúde limitante
. Doenças orgânicas incapacitantes
. Dor crônica
. Doenças neurológicas (epilepsia, Parkinson, Hungtinton)
. Trauma medular
. Tumores malignos
. AIDS
Suicidabilidade
Ter tentado suicídio, ter familiares que tentaram ou se suicidaram, ter ideias e/ou planos de suicídio.

Agora veja os principais fatores protetores do suicídio.

. Boa autoestima
. Bom suporte familiar
. Laços sociais bem estabelecidos com a família e amigos
. Religiosidade, independente de afiliação religiosa
. Razão para viver
. Ausência de transtorno mental
. Estar empregado
. Capacidade de adaptação e resolução positiva de problemas
. Acesso a serviços e cuidados de saúde mental
É provável que você não conheça esses dados, e sabe por que não os conhece? Porque o suicídio costuma vir acompanhado de um fator que contribui para o seu alastramento: o silêncio.

Falar é a melhor solução!

É por isso que o Setembro Amarelo foi criado. O movimento acontece todos os anos no mês de setembro em todo o mundo e tem como ponto de atenção o dia 10 – Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. Iniciado no Brasil em 2014 pelo CVV – Centro de Valorização da Vida, CFM – Conselho Federal de Medicina e ABP – Associação Brasileira de Psiquiatria, tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre essa questão de saúde pública, divulgando, esclarecendo e estimulando a prevenção, pois, segundo a Organização Mundial da Saúde, 9 em cada 10 casos poderiam ser prevenidos, com a ajuda e atenção de quem está por perto. Durante todo o mês, inúmeros monumentos ganham iluminação amarela para chamar a atenção da população em várias cidades do país. São feitas também ações de rua, como caminhadas, passeios de bicicleta e motocicleta, abordagens em locais públicos, além de palestras, workshops e muitas outras ações, tudo para que possamos quebrar tabus e vencer o preconceito.

Hoje, quem sofre, sofre calado. O medo de falar sobre pensamentos suicidas e ser julgado faz com que as pessoas se calem. No entanto, o que essas pessoas sentem é mais comum do que se divulga, e é importante que sabiam que muitas outras pessoas também sofrem. Amigos, familiares e pessoas próximas, em geral, têm a sensação de que não podem ajudar, pensam que, por não saberem identificar os sinais ou por não terem familiaridade com a abordagem mais adequada, nunca vão conseguir oferecer ajuda. Mas isso não é verdade.

Entender que a doença mental é uma condição séria e fora do controle de quem sofre, é o primeiro passo para vencer preconceitos e poder oferecer ajuda a quem precisa. Sua conscientização e adesão nos ajudará a conscientizar mais e mais pessoas. Se tiver uma camiseta ou qualquer outro item de vestuário amarelo, tire do armário e use em setembro. Informe-se sobre as ações do Setembro Amarelo, alerte seus amigos e familiares e participe! Quanto mais falamos e nos engajamos, mais contribuímos para a prevenção e diminuição do número de vítimas fatais do suicídio.
Informações sobre fatores de risco extraídas da Cartilha “Suicídio – informando para prevenir”, página 23. Acesse o conteúdo completo clicando aqui.

Tuesday, August 29, 2017

Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)


Se os níveis de ansiedade começam a interferir no dia a dia, pode ser um motivo de preocupação, pois, na verdade, esse é o principal sintoma do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). Como o próprio nome sugere, trata-se de um estado ansioso relativamente constante, chamado também de liberação simpática crônica e recorrente sem um fator desencadeante, ou seja, uma situação onde não há realmente como justificar o que o paciente está sentindo.

Dentre os principais sintomas, destacam-se: inquietação psicomotora; tremores nas extremidades do corpo, como por exemplo, nas mãos; insônia e medo sem motivo aparente ou detectável. Outros sintomas também podem estar presentes, como a sudorese e a falta de apetite. Em geral, o transtorno se comporta de maneira crônica variável, ou seja, os pacientes têm épocas de melhora e piora.
O tratamento do Transtorno de Ansiedade Generalizada é acompanhado de um médico psiquiatra aliado ao uso de medicamentos, que podem ser ansiolíticos (calmantes), e antidepressivos. Os antidepressivos podem ter um efeito ansiogênico inicial – causarem certa ansiedade que, em geral, deve ser aliviada assim que o efeito terapêutico surgir. Além dos medicamentos, a associação da psicoterapia também pode se apresentar de forma benéfica, principalmente para identificar se existem fatores emocionais precipitantes ou que intensificam os sintomas do transtorno.



Monday, August 21, 2017

Esquizofrenia



Características Gerais | Como se Manifesta | Sintomas | Grupos de Risco | Subtipos | Diagnóstico | Tratamento no Ipan

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Esquizofrenia

A palavra Esquizofrenia deriva dos termos “frenos” – mente, ”esquizo” – cindida, e foi criada por Eugen Bleuler, em 1911, com o propósito agrupar uma série de transtornos, cuja perda das associações do pensamento era a característica fundamental, acompanhada de alterações de afeto (embotamento), volição (ambivalência) e comportamento autista, os chamados 4 AS de Bleuler. Estes transtornos eram chamados de demência precoce por Emil Krapelin, até que Kurt Schneider enriqueceu o entendimento psicopatológico da esquizofrenia, descrevendo, por assim dizer, a visão subjetiva dos pacientes. Sintomas que ele chamou de primeira ordem, como “vozes conversando entre si” ou “vozes de comando”, por exemplo. A esquizofrenia também costuma ser dividida em tipo 1 e 2, de acordo com o predomínio de sintomas chamados positivos – delírios e alucinações, ou negativos – embotamento e isolamento. Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders – DSM-V), a Esquizofrenia é um transtorno psiquiátrico grave, caracterizado por dois ou mais sintomas, tais como: alucinações auditivas, visuais ou sinestésicas, delírios, paranoia, desorganização da fala ou até mesmo fala incompreensível, catatonia e/ou sintomas negativos. Estes sintomas se manifestam, em média, por quatro semanas.

Como se manifesta

A Esquizofrenia se manifesta de forma abrupta ou gradual, porém, não há regras. Na maioria das vezes, ela se desenvolve de forma lenta e gradual, ao longo de meses, e os sintomas podem passar desapercebidos pelos familiares e amigos. O início das manifestações da doença, em geral, ocorre na adolescência ou na idade adulto-jovem, afetando a produtividade do paciente, com efeitos devastadores em sua vida e na de seus familiares mais próximos.

Sintomas

Os primeiros sintomas podem estar associados a insônia, ansiedade, desinteresse por atividades rotineiras, isolamento social, dificuldade de atenção/concentração e até abandono de estudos e trabalho. É comum haver descuido com a higiene, mudanças no comportamento e com a aparência, causando a impressão de ser apenas uma fase de “rebeldia”. Com o passar do tempo, os sintomas se agravam até a chegada do 1º surto psicótico. Este, em geral, se manifesta com agressividade, agitação, delírios de perseguição, vozes que dão ordens ou que conversam entre si, etc. O curso é variável. Geralmente existe uma fase prodrômica, uma ativa e uma residual. Na fase prodrômica, alterações mais leves, como isolamento, sensação de estranheza e alterações vegetativas, predominam. Na fase ativa, há predomínio de delírio ou alucinação, desorganização do pensamento e/ou sintomas catatônicos. E na fase residual, há predomínio de sintomas negativos de isolamento, como por exemplo, o embotamento. O prognóstico é reservado e costuma ser descrito com base na regra dos terços: um terço tem vida próxima ao normal; um terço apresenta prejuízo social e profissional importante, e um terço necessita de cuidados internos e, muitas vezes, hospitalização prolongada.

Grupos de risco

Trata-se de um transtorno mental que acomete pessoas de todas as idades, gêneros, raças, classes sociais e países e, segundo estudos da OMS – Organização Mundial de Saúde, atinge cerca de 1% da população mundial. Fatores genéticos parecem ser importantes, com casos claros de agregação familiar e de concordância genética, chegando a 50% dos casos. Há uma maior incidência entre pessoas nascidas no inverno e de mães que sofreram infecção por influenza na gravidez. Há uma concentração maior em centros urbanos e em classes sociais mais baixas. A proporção entre homens e mulheres é de 1:1, mas o início da doença é mais tardio nas mulheres.

Subtipos da Esquizofrenia

Os principais subtipos da Esquizofrenia são: Paranoide, Desorganizado, Catatônico, Indiferenciado e Simples. No Paranoide, há predomínio de sintomas psicóticos e, geralmente, os delírios têm conteúdo persecutório, bizarro e até de alucinações, cujas mais comuns são as auditivas. No Desorganizado, também conhecido como Hebefrênico, há predomínio de desorganização do pensamento, com discursos incoerentes e afeto infantilizado. No Catatônico, os sintomas psicomotores são eminentes, com a chamada flexibilidade cérea (manter-se em posições não fisiológicas), além de automatismos e estereotipias. No Indiferenciado, há dificuldade de isolar um sintoma proeminente. E, por fim, no Simples, há evolução de sintomatologia negativa sem surtos de sintomas positivos.

Diagnóstico

Em geral, o diagnóstico da Esquizofrenia é clínico, ou seja, realizado pelo histórico do paciente, bem como pela presença de sinais e sintomas. Não há um exame laboratorial ou de imagem capaz de diagnosticar a doença. Algumas alterações cerebrais são comuns, mas, ao mesmo tempo, pouco específicas. O achado mais consistente é o aumento de ventrículos. A fisiopatologia parece incluir hiperfunção dopaminérgica subcortical e temporal (sintomas positivos) e hipofunção frontal (sintomas negativos). Deficiências neurológicas leves são comuns. Alterações de movimento ocular rápido e alterações em potencial evocado são comuns, mas também inespecíficas.

Tratamento 

O tratamento da Esquizofrenia é basicamente medicamentoso e psicoterápico. As abordagens psicoterápicas geralmente incluem a cognitivo-comportamental (reforço de atitudes adequadas e de aderência ao tratamento), além de psicoterapia de apoio e psicoterapia familiar. A abordagem medicamentosa consiste no uso de Antipsicóticos Típicos /Atípicos. Os Típicos têm ação principal de bloqueio dopaminérgico, como por exemplo, haloperidol e clorpromazina. São medicações eficazes para o alívio de sintomas positivos, mas com alguns efeitos colaterais. Os Atípicos têm graus variados de antagonismo dopaminérgico e serotoninérgico. Têm efeito em sintomas positivos e, também, parte dos sintomas negativos e são considerados a primeira linha de tratamento medicamentoso na atualidade. Além dos Antipsicóticos, outros medicamentos têm sido utilizados em associações para aliviar comportamentos impulsivos (estabilizadores do humor) e ansiedade (ansiolíticos). A Eletroconvulsoterapia (ECT) é indicada em quadros Catatônicos e quando há sintomas positivos resistentes às medicações. Recentemente o Conselho Federal de Medicina aprovou o uso de Estimulação Magnética Transcraniana (EMTr) para o alívio de alucinações auditivas na Esquizofrenia.

Nem sempre é fácil conviver com a Esquizofrenia, tanto para quem sofre como para a família. Por isso, é importante buscar um tratamento que proporcione algum controle sobre as manifestações.