Friday, September 14, 2012

Depoimentos sobre o tratamento da depressão

 

Sempre fui execessivo em tudo

No decorrer da minha vida, para tentar amenizar essa condição, passei a tomar medicamentos, entre eles calmantes, anti-depressivos, drogas ilicitas, entre outros. Virei hipocondriaco e altamente depressivo. Nos últimos dois anos comeceu a sentir dores pelo corpo e passei a consumir analgésicos, junto com calmantes, anti-depressivos e drogas. Tomava quase que diariamente cerca de 16 analgésicos de 4 marcas diferentes por dia e mais 8 calmantes e anti-depressivos (rivotril, trileptol, citalopran, olcadil) além de outras drogas.

Sem saída, vi que minha vida estava acabando. Já não trabalhava direito, passava a noite acordado mesmo com calmantes e pela manhã, pegava no sono e dormia até o meio dia.
Profissionalmente, por mais que me esforçasse comecei a ver que já não era mais o mesmo profissional dedicado e talentoso que sempe fui. A vida social era pior ainda, meu relacionamento com minha esposa que tanto amo estava acabando, meus filhos relegados a segundo plano e meus pais já de idade a terceiro plano.

Com a ajuda de minha esposa, procurando salvar o casamento, recuperar o amor pelas milhas filhas e pais e voltar a ser o profissional de antes, procurei o IPAN e inicie o tratamento de neuroestimulação cerebral.

Venho realizando o tratamento há cerca de 75 dias. Fiz mais de 40 sessões e acredito que seja o fator predominante da mudança de minha vida. Nunca senti qualquer efeito colateral. Minha melhora foi de 100%. Não voltei mais a utilizar substâncias químicas, e os remédios apenas com prontuário médico dos profissionais do IPAN.

Hoje sou outro homem. Não sinto falta de qualquer droga e minha depressão acabou dando lugar ao amor a minha família e a vontade de trabalhar. Perdi 8 quilos, sou ativo e voltado para as questões familiares e profissionais.

Hoje tenho o IPAN como um salva-vidas. Foi aqui, através de seus profissionais que consegui voltar a viver e dar valor a vida. Sempre fui muito bem atendido e assistido por todos.
A. R., jornalista, 46 anos

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